Pandemia: Mais de 1 milhão de trabalhadores já tiveram contrato suspenso ou salário reduzido

Fale com um especialista agora gratuitamente!

Compartilhe nas redes!

Pandemia Mais De 1 Milhao De Trabalhadores Ja Tiveram Contrato Suspenso Ou Salario Reduzido Blog Oliveira Schettini Contabilidade - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

O governo já registrou mais de 1 milhão de acordos entre empresas e empregados para reduzir jornada e salário ou suspender contratos durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Esses trabalhadores receberão um benefício emergencial equivalente a uma parte do seguro-desemprego a que teriam direito caso fossem demitidos, um auxílio do governo para amortecer a perda na renda da família.

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o número inclui acordos individuais, negociados diretamente entre empresa e trabalhador, e coletivos, com intermediação de sindicatos de categorias. “São mais de um milhão de empregos preservados”, disse o secretário.

O governo ainda não abriu o número exato, porque a Dataprev, responsável pelo processamento dos dados, ainda está fazendo a contagem dos arquivos. Algumas empresas fecham mais de um acordo e prestam essa informação de uma vez só. Por isso, é preciso analisar caso a caso para chegar ao número exato. Mesmo assim, a quantidade de empresas que informaram já permite dizer que a marca foi ultrapassada, segundo o governo.

A partir de quarta-feira, 15, Bianco espera colocar à disposição para consultas públicas um “empregômetro”, espécie de contador do número de acordos fechados entre empresas e salários.

“Colocaremos todos os dias quantos empregos estão sendo preservados”, disse.

As negociações individuais valem para os trabalhadores com carteira assinada e que recebem até R$ 3.135 ou que tenham ensino superior e ganham acima de R$ 12.202,12. Quem tem salário intermediário também pode negociar individualmente para reduzir 25% da jornada e do salário, mas depende de acordos coletivos, negociados pelos sindicatos das categorias, para alterações mais radicais no contrato.

A expectativa do governo é que o número cresça ainda mais com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que assegurou a validade imediata dos acordos individuais. Uma decisão anterior, proferida na semana passada, havia criado insegurança jurídica ao cobrar aval prévio dos sindicatos às negociações individuais – o que poderia atrasar as negociações e precipitar demissões pelas empresas.

“A decisão do STF foi excelente”, disse Bianco. Segundo ele, o pronunciamento de Lewandowski dá segurança jurídica a empresários e empregados.

 “Temos crivo de ministro do STF dando chancela (a programa)”, afirmou.

No total do programa, a equipe econômica prevê que até 24,5 milhões de trabalhadores receberão o benefício emergencial – ou seja, serão impactados pelas reduções de jornada e salário ou suspensão de contratos. O número equivale a 73% dos vínculos com carteira assinada no País.

A medida permite redução de jornada em 25%, 50% ou 70%, com um corte proporcional no salário, por até três meses. Também é possível suspender o contrato por até dois meses. Em todos os casos, o governo pagará uma parte do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito.

Hoje a parcela do seguro vai de R$ 1.045 a R$ 1.813,03. Na redução de jornada, o governo paga o mesmo porcentual do corte (25%, 50% ou 70%) calculado sobre o seguro. Na suspensão de contrato, o governo paga 70% do seguro, em caso de empregados de grandes empresas, ou 100%, em caso de trabalhadores de pequenas e médias companhias.

Na soma da parcela salarial e da parte paga pelo governo, nenhum trabalhador receberá menos que um salário mínimo.

Decisão

A decisão do ministro do STF foi considerada positiva pelo governo ao dar ampla segurança jurídica ao programa emergencial de emprego. Lewandowski se pronunciou no âmbito de uma ação que questionou no STF a constitucionalidade da realização de acordos individuais para alterar jornada e salário.

O ministro decidiu que a medida do governo é válida e que o acordo gera efeitos jurídicos a partir de sua celebração. Ele destacou, contudo, que os sindicatos precisam ser comunicados dos acordos e poderão deflagrar negociação coletiva. Nesse caso, o empregado poderá aderir a esse acordo coletivo posteriormente. Se o sindicato consultado não se manifestar em até dez dias, a negociação individual seguirá valendo.

A decisão do ministro é liminar (provisória) e ainda precisará ser analisada de forma definitiva pelos demais ministros do STF em julgamento marcado para o dia 16 de abril.

Fonte: Jornal Contábil

Se você precisa de serviço relacionado ao artigo ou necessita de maiores informações sobre o assunto, conte conosco, da Oliveira e Schettini Contabilidade.

Estamos preparados para atender clientes de pequeno, médio e grande porte, desenvolvendo uma contabilidade consultiva e oferecendo sempre uma solução inteligente e eficiente para quem precisa focar em seu negócio. 

Entre em contato conosco utilizando as informações disponibilizadas em nosso website; caso prefira, você pode utilizar a ferramenta de chat do WhatsApp, ela fica localizada no canto inferior direito.

Estamos apenas te esperando.

PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Classifique nosso post
O governo já registrou mais de 1 milhão de acordos entre empresas e empregados para reduzir jornada e salário ou suspender contratos durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Fique por dentro de tudo e não perca nada!

Preencha seu e-mail e receba na integra os próximos posts e conteúdos!

Compartilhe nas redes:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Veja também

Posts Relacionados

Médico Pj - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

Médico como Pessoa Jurídica: Benefícios e Desafios Fiscais

Médico como Pessoa Jurídica: Benefícios Fiscais e Obrigações para Profissionais da Saúde Veja como médico como pessoa jurídica pode pagar menos impostos e transformar sua prática em um negócio mais eficiente e lucrativo. Você se dedica diariamente para cuidar de

Tributação Para Consultórios Médicos - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

Tributação para Consultórios Médicos: O Guia Completo

Tributação para Consultórios Médicos: O Que Todo Médico Deve Saber? Descubra qual regime tributário é ideal para seu consultório e como otimizar sua tributação de forma eficiente e sem surpresas fiscais. A tributação de um consultório médico pode parecer uma

Clínica Odontológica - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

Contabilidade para Clínicas de Odontologia: Evite Problemas Fiscais

Proteja sua Clínica Odontológica com Contabilidade Eficiente! Descubra como uma gestão contábil eficiente pode transformar sua clínica odontológica, garantindo conformidade fiscal e tranquilidade financeira Você sabia que falhas na contabilidade podem comprometer o futuro da sua clínica odontológica? Entender a

Gestão Financeira Para Consultórios De Psicologia - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

Gestão Financeira para Consultórios de Psicologia: Guia Completo

Gestão Financeira para Consultórios de Psicologia: Organize, Economize e Expanda Descubra estratégias eficazes para transformar a gestão financeira do seu consultório de psicologia, com organização e crescimento sustentável no setor da saúde. Sabemos que a gestão financeira para consultórios de

Tributação Para Médicos Autônomos - Contabilidade no Rio de Janeiro | Oliveira e Schettini

Impostos para Médicos Autônomos: Guia para Economizar Legalmente

Impostos para Médicos Autônomos: Guia Rápido para Economizar Legalmente Descubra estratégias eficazes para cumprir suas obrigações fiscais sem complicações e aprenda como reduzir sua carga tributária de maneira legal e inteligente. Sendo um profissional da saúde, a liberdade de atuar

Precisa de uma contabilidade que entende do seu negócio ?

Encontrou! clique no botão abaixo e fale conosco!

Back To Top